parafraseando coco chanel

“Uma mulher precisa de apenas duas coisas na vida: um vestido preto” e a independência em todos os âmbitos de sua vida.

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são apenas palavras

a noite pede o som de rihanna meus beijinhos em seu pescoço minhas mãos no meio de sua pernas seus sussurros de prazer em meus ouvidos sua mão tateando minha pele tentando controlar o prazer

 

será que só eu não tenho playlist no spotify pra transar

Bloco de carnaval em Sumé – Paraíba

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estou muito anavitoria ultimamente

a quantidade de linhas desta página não são suficientes para explicar o saboroso gosto dos seus lábios e a sintonia uníssona quando sua língua enrosca na minha.

 

a música me traiu. eu que quase sempre fui fiel. três ou quatro puladas de cerca, nada mais. apesar da dificuldade de viver sem ela, uma relação de traição é beirada ao fracasso. por isso, estou a um fio de deixá-la.

 

houve um tempo que acreditei ter talento para escrever. lembro que nesse tempo tinha uma sensação poucas vezes sentida: potencial para ser alguém nesse mundo tão cheio de gente.

 

confesso que sou apaixonada por seu lábios. impossível seria dizer por sua alma. já que no lugar da essência, há apenas a presença do vazio.

 

 

 

seu desprezo já não me dá inspiração

fiquei com meu bumbum vazio de sua mão

 

coração carnaval

excluí o instagram. não tem motivo concreto para eu fazer isso pela terceira vez. talvez redes sociais suguem muito minha alma, que já é faminta apenas existindo.

tenho uma certa dúvida se o que escrevo realmente é literatura. insegurança, para ser mais exata. como se precisasse que alguém que escreva de verdade chegasse em mim e falasse: isso pode ser publicado.

tenho outros planos para minhas palavras. dessa vez, quero algo em terceira pessoa e com gênero ficção científica. penso nisso porque estou com necessidade de enquadrar o que escrevo em algum padrão que já seja conhecido e definitivamente me sentir a escritora que meus sonhos dizem que sou. se repararem, o que escrevo nem é poesia. são palavra disfuncionais que não explicam nada ao mesmo tempo que limitam o meu sentimento confuso.

sou completamente insatisfeita. o típico ser humano. briguenta, também. nunca me contento com nada. ao mesmo tempo, estou me cansando de buscar novos mares ou me aventurar por novos caminhos. não sei se cheguei a beira da minha morte ou da minha ressurreição.

nesta quase madrugada, apenas queria ser lindamente lida.

nesta quase madrugada, penetra a dor de barriga, devido a montilla.